Escolheu-se especificamente uma mariposa porque os machos apresentam um padrão muito preciso no seu caminhar quando detectam o feromônio das fêmeas. Primeiro, eles seguem em linha reta em direção ao seu objetivo, depois em ziguezague e, finalmente, dão uma volta completa de 360º – a chamada “dança do acasalamento”. Dois ventiladores de 40 mm foram utilizados para desviar o ar contendo o hormônio.
A "mariposa-motorista" em ação (Foto: Reprodução/ Dr. Noriyasu Ando)
Segundo o líder da pesquisa, Dr. Noriyasu Ando, o comportamento simples e robusto do rastreamento permite analisar os mecanismos neurais desde um único neurônio até o comportamento global do animal. "Em um segundo momento, criaremos um ‘cérebro artificial’, com base no conhecimento dos neurônios individuais do inseto e dos movimentos monitorados, para ser implantado em um robô”, concluiu o cientista.
A ideia desse estudo é também ajudar a desenvolver padrões de comportamento nos autômatos ao detectarem vazamento de gases e outras substâncias nocivas. Futuramente, o robô deve receber sensores altamente sensíveis, capazes de detectar não feromônios, mas os odores a serem rastreados.
“Ao observar o comportamento da mariposa teremos resultados que indicarão melhor a seleção de sensores e modelos quando aplicarmos o sistema sensório-motor do inseto em sistemas artificiais”, conclui o Ando. O estudo analisou o movimento de 14 mil animais e todos conseguiram guiar o robô da maneira esperada.
Segundo o líder da pesquisa, Dr. Noriyasu Ando, o comportamento simples e robusto do rastreamento permite analisar os mecanismos neurais desde um único neurônio até o comportamento global do animal. "Em um segundo momento, criaremos um ‘cérebro artificial’, com base no conhecimento dos neurônios individuais do inseto e dos movimentos monitorados, para ser implantado em um robô”, concluiu o cientista.
A ideia desse estudo é também ajudar a desenvolver padrões de comportamento nos autômatos ao detectarem vazamento de gases e outras substâncias nocivas. Futuramente, o robô deve receber sensores altamente sensíveis, capazes de detectar não feromônios, mas os odores a serem rastreados.
“Ao observar o comportamento da mariposa teremos resultados que indicarão melhor a seleção de sensores e modelos quando aplicarmos o sistema sensório-motor do inseto em sistemas artificiais”, conclui o Ando. O estudo analisou o movimento de 14 mil animais e todos conseguiram guiar o robô da maneira esperada.
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